Marcos 6

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Mark 6 is a chapter of rejections and abundance. Jesus is dismissed in his hometown, where they know his family and take offense. He sends the Twelve out two by two with nothing but a staff, and they preach, heal, and drive out demons. Meanwhile Herod, hearing of Jesus, thinks John the Baptist has come back, and Mark tells how John died: Herodias's grudge, a birthday banquet, a dancing daughter, a rash oath, and a head on a platter. The apostles return exhausted; Jesus takes them away to rest, the crowds follow, and he feeds five thousand with five loaves and two fish. That night he walks to the disciples across the sea, and the sick of Gennesaret are healed by touching his cloak.

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Mark 6 packs more into fifty-six verses than most books, and it is held together by a question: who is this? In Nazareth the answer is easy and wrong. He is the carpenter, Mary's son, we know his brothers and sisters, and they are offended that he presumes to teach them; Mark says he could do almost nothing there and was amazed at their unbelief. Jesus sends the Twelve out with a staff and sandals and nothing else, and they come back with stories. In between, Mark tells the story of how John the Baptist died, because Herod Antipas has heard of Jesus and is sure it is John come back to haunt him. The tale is told slowly: the grudge of a queen, a birthday party, a girl dancing, a king who promises half his kingdom and cannot back down in front of his generals, and a prophet's head brought in on a dish. It is a preview of another execution by a reluctant ruler under pressure from a crowd. Then the chapter opens out. Jesus tries to take his exhausted men to a quiet place, five thousand people get there first, and instead of resenting them he sees sheep without a shepherd, teaches them, and feeds them with a boy's lunch until twelve baskets are left over. That night he walks across the water to the disciples, says the words God says, it is I, do not be afraid, and climbs into the boat. They are astonished, Mark says, because they had not understood about the loaves. The chapter ends with the sick lining the marketplaces of Gennesaret, reaching for the edge of his cloak.

Historical and literary context

Nazareth was a village of a few hundred people where everyone knew the carpenter's family; the brothers named here appear elsewhere in the New Testament, and James led the Jerusalem church. Herod here is Herod Antipas, tetrarch of Galilee and Perea, who had married Herodias, the wife of his half-brother. The Jewish historian Josephus records that Antipas executed John at the fortress of Machaerus and gives the daughter's name as Salome. The disciples' travelling kit matches what a Jewish teacher might allow for a short mission, and shaking off dust was what Jews did when leaving pagan territory. The green grass places the feeding in spring, near Passover, and the groups of hundreds and fifties recall Israel organized in the wilderness. "Passing by" and "It is I" echo God's appearances to Moses and Elijah.

How the chapter unfolds

Verses 1 to 6: rejection at Nazareth and the saying about a prophet without honor. Verses 7 to 13: the sending of the Twelve. Verses 14 to 29: Herod's guilt and the flashback to John's execution, inserted between the sending and the return. Verses 30 to 44: the return of the apostles, the attempt to rest, the compassion on sheep without a shepherd, and the feeding of the five thousand. Verses 45 to 52: the walk on the sea, the disciples' terror, and their hardened hearts. Verses 53 to 56: healings at Gennesaret as the sick reach for the fringe of his cloak.

Why this chapter matters

The feeding of the five thousand is the only miracle recorded in all four Gospels and became, for the early church, a picture of the Eucharist and of Christ as the shepherd who feeds Israel in the wilderness. "A prophet is not without honor except in his hometown" passed into proverb. The death of John the Baptist is the Gospel's rehearsal for the death of Jesus, a righteous man killed by a weak ruler under pressure from a banquet crowd. "Take courage! It is I. Do not be afraid" on the water has been heard as the voice of God himself. Mark's note that Jesus "was amazed at their unbelief" is one of the rare places where the Gospels show Jesus surprised.

Interpretive tension to watch

Mark says Jesus "could not" perform miracles in Nazareth, a statement Matthew softens to "did not," and readers have to decide what unbelief can and cannot limit. Mark calls Herodias's first husband Philip, while Josephus names him Herod, a discrepancy explained in several ways. The disciples' hardened hearts in verse 52, blamed on their failure to understand the loaves, shows Mark's characteristic severity toward the Twelve. Why Jesus "intended to pass by them" on the water is debated: an echo of God passing by in Exodus 33, or a test, or simply the way it looked from the boat.

Perguntas para este capítulo

  • The people of Nazareth could not believe because they knew Jesus' family. How does familiarity get in the way of faith?
  • Herod was sorry, but kept his oath because of his guests. When have you seen a bad decision made to save face?
  • Jesus took the tired disciples away to rest, and the crowd arrived first. How does he respond, and what does that ask of us?

Study with context

Use this as a chapter guide, then press deeper into the text itself. The goal is to slow down observation, notice structure, and ask better questions before jumping to conclusions.

1 [Jesus] partiu-se dali, veio à sua terra, e seus discípulos o seguiram. 2 E chegando o sábado, começou a ensinar na sinagoga; e muitos, quando o ouviram, espantavam-se, dizendo: De onde lhe [vem] estas coisas? E que sabedoria é esta que lhe foi dada? E tais maravilhas feitas por suas mãos? 3 Não é este o carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, de José, de Judas, e de Simão? E não estão aqui as suas irmãs conosco? E ofenderam-se nele. 4 E Jesus lhes dizia: Todo profeta tem honra, menos em sua terra, entre os parentes, e em sua própria casa. 5 Ele não pôde ali fazer milagre algum, a não ser somente para uns poucos enfermos, sobre os quais pôs as mãos e os curou. 6 E ficou admirado da incredulidade deles. Ele percorreu as aldeias do redor, ensinando. 7 E chamou a si os doze, e começou a enviar de dois em dois; e deu-lhes poder sobre os espíritos imundos. 8 E mandou-lhes que não tomassem nada para o caminho, a não ser somente um bordão; nem bolsa, nem pão, nem dinheiro no cinto; 9 mas que calçassem sandálias, e não se vestissem de duas túnicas. 10 E dizia-lhes: Onde quer que entrardes em alguma casa, ficai ali até que dali saiais. 11 E todos os que não vos receberem, nem vos ouvirem, quando sairdes dali, sacudi o pó que estiver debaixo de vossos pés, em testemunho contra eles Em verdade vos digo, que mais tolerável será a [os de] Sodoma ou Gomorra no dia do juízo, do que a [os d] aquela cidade. 12 Eles, então, se foram, e pregaram que [as pessoas] se arrependessem. 13 Eles expulsaram muitos demônios, e a muitos enfermos ungiram com azeite, e os curaram. 14 O rei Herodes ouviu falar disso (porque o nome de [Jesus] já era notório). E dizia: João Batista ressuscitou dos mortos, e por isso estas maravilhas operam nele. 15 Outros diziam: É Elias; e outros diziam: É profeta, ou como algum dos profetas. 16 Quando, porém, Herodes ouviu falar disso, falou: Ele é João, de quem cortei a cabeça. Ele ressuscitou dos mortos. 17 Pois o próprio Herodes havia mandado prender João, e acorrentá-lo na prisão, por causa de Herodias, mulher do seu irmão Filipe, porque havia se casado com ela. 18 Pois João dizia a Herodes: Não te é lícito possuir a mulher do teu irmão. 19 Assim Herodias o odiava, e queria matá-lo, mas não podia, 20 pois Herodes temia João, sabendo que era um homem justo e santo, e o estimava. E quando o ouvia, fazia muitas coisas, o ouvia de boa vontade. 21 Mas veio um dia oportuno, em que Herodes, no dia do seu aniversário, dava uma ceia aos grandes de sua corte, aos comandantes militares, e aos principais da Galileia. 22 Então a filha dessa Herodias entrou dançando, e agradou a Herodes e aos que estavam sentados com ele. O rei disse à garota: Pede-me quanto quiseres, que eu darei a ti. 23 E jurou a ela: Tudo o que me pedirdes te darei, até a metade do meu reino. 24 Então ela saiu, e perguntou à sua mãe: Que pedirei? E ela respondeu: A cabeça de João Batista. 25 E entrando ela logo apressadamente ao rei, pediu, dizendo: Quero que imediatamente me dês num prato a cabeça de João Batista. 26 E o rei entristeceu-se muito; [mas] , por causa dos juramentos, e dos que estavam juntamente à mesa, não quis recusar a ela. 27 Então logo o rei enviou o executor com a ordem de trazer ali sua cabeça. Ele, foi, e o decapitou na prisão. 28 Em seguida, trouxe a sua cabeça num prato, e o deu à garota; e a garota a deu à sua mãe. 29 Quando os discípulos dele ouviram isso, vieram, pegaram o seu cadáver, e o puseram num sepulcro. 30 Os apóstolos juntaram-se [de volta] a Jesus, e contaram-lhe tudo, tanto o que haviam feito, como o que haviam ensinado. 31 E ele lhes disse: Vinde vós à parte a um lugar deserto, e descansai um pouco; pois havia muitos que iam e vinham, e não tinham tempo para comer. 32 E foram-se num barco a um lugar deserto à parte. 33 Mas as multidões os viram ir, e muitos o reconheceram. Então correram para lá a pé de todas as cidades, chegaram antes deles, e vieram para perto dele. 34 Quando Jesus saiu [do barco] , viu uma grande multidão, e teve compaixão deles porque eram como ovelhas que não têm pastor. Assim, começou a lhes ensinar muitas coisas. 35 E quando já era tarde, os seus discípulos vieram a ele, e disseram: O lugar é deserto, e a hora já é tarde. 36 Despede-os, para eles irem aos campos e aldeias circunvizinhos, e comprarem pão para si; pois não têm o que comer. 37 Mas ele respondeu: Dai-lhes vós mesmos de comer. E eles lhe responderam: Iremos, e compraremos duzentos denários de pão, para lhes darmos de comer? 38 E ele lhes disse: Quantos pães tendes? Ide ver. Quando souberam, disseram: Cinco, e dois peixes. 39 E mandou-lhes que fizessem sentar a todos em grupos sobre a grama verde. 40 E sentaram-se repartidos de cem em cem, e de cinquenta em cinquenta. 41 Ele tomou os cinco pães e os dois peixes, levantou os olhos ao céu, abençoou, e partiu os pães, e os deu aos seus discípulos, para que os pusessem diante deles. E os dois peixes repartiu com todos. 42 Todos comeram e se saciaram. 43 E dos pedaços de pão e dos peixes levantaram doze cestos cheios. 44 Os que comeram os pães eram quase cinco mil homens. 45 Logo depois, ordenou seus discípulos a subirem no barco, e ir adiante para o outro lado, em Betsaida, enquanto ele despedia a multidão. 46 E, depois de os despedir, foi ao monte para orar. 47 Ao anoitecer, o barco estava no meio do mar, e [Jesus] sozinho em terra. 48 E viu que se cansavam muito remando, porque o vento lhes era contrário. Então, perto da quarta vigília da noite, veio a eles andando sobre o mar, e queria passar por eles. 49 Mas quando eles o viram andando sobre o mar, pensaram que era uma fantasma, e gritaram, 50 pois todos o viam, e ficaram perturbados. Então logo falou com eles, dizendo: Tende coragem! Sou eu, não tenhais medo. 51 E subiu a eles no barco, e o vento se aquietou. Eles ficaram muito espantados e maravilhados entre si, 52 pois não haviam entendido o que tinha acontecido com os pães, porque o coração deles estava endurecido. 53 Eles terminaram de atravessar o mar, chegaram à terra de Genesaré, e ali aportaram. 54 Quando eles saíram do barco, logo [as pessoas] o reconheceram. 55 Então gente de toda a região em redor veio correndo, e começaram a trazer em camas os doentes, aonde quer que ouviam que ele estava. 56 E aonde quer que ele entrava, em povoados, cidades, ou aldeias, colocavam os enfermos nas praças, e rogavam-lhe que ao menos tocassem a borda de sua roupa; e todos os que o tocavam ficavam sarados.

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